Quando, dentro da Cave onde moro, observo dali as centenas de objectos, inventados e aperfeiçoados pelo Homem ao longo dos séculos, para me confortarem, convidando-me perpetuamente a usá-los e, depois de saciada a minha necessidade e atingida a minha felicidade, a limpá-los e a arrumá-los de seguida, instintivamente cubro a face com as mãos e chóro convulsivamente…
Para quê tanta merda se a puta da Formiga não precisa de um só objecto!?